Há 65 anos, Rui Nabeiro iniciou um caminho que o levaria a transformar-se num empresário de sucesso. Criou a Delta, uma multinacional que fez crescer não só a vila de Campo Maior, mas também o Alto Alentejo inteiro.
Este é um caso unânime de sucesso e inspiração – um exemplo concreto de como as empresas podem transformar um território, elevar comunidades e projetar uma região para o mundo.
A Delta é a prova viva de que o Alto Alentejo tem capacidade de gerar empresas de escala global a partir do interior de Portugal.
O Alto Alentejo posiciona-se como um território autêntico, mais conectado, mais competitivo e mais estratégico. Este posicionamento não é retórica – é suportado por números concretos e infraestrutura real.
Este posicionamento é suportado por números concretos:
• Cerca de 500 hectares de áreas industriais disponíveis e infraestruturadas para investimento imediato;
• Mais de 5 milhões de m² prontos para acolher novos projetos;
Temos espaço.
Temos escala.
Temos capacidade imediata para receber investimento nacional e internacional.
Estamos numa localização altamente aliciante:
Situado a cerca de 15 km de Badajoz, o Alto Alentejo encontra-se no coração do eixo Lisboa-Madrid – em breve integrado no mapa da alta velocidade ferroviária europeia, com ligação direta à A5 espanhola.
O Alto Alentejo é hoje uma porta de entrada ibérica para empresas que queiram operar em Portugal e Espanha a partir de um único ponto logístico central, com custos competitivos e infraestrutura de qualidade.
Na prática, isto significa acesso simultâneo a dois grandes mercados.
Significa escala. Significa visão de longo prazo.
O espaço industrial do Alto Alentejo já está a ser utilizado.
Da aeronáutica ao agroalimentar, da cortiça à logística, existe um ecossistema industrial real, diversificado e em crescimento.
Isto não é potencial.
É realidade.
Num contexto global marcado por bloqueios nas cadeias de abastecimento, tensões geopolíticas e dependências críticas de fornecimento, o Alto Alentejo apresenta uma oportunidade estratégica única: instalar indústria que garanta o fornecimento de produtos e matérias orgânicas ao setor primário.
À semelhança do modelo Tier 1 na indústria automóvel – onde fornecedores de primeiro nível garantem componentes críticos diretamente ao fabricante – é possível replicar esta lógica no setor agrícola. O Alto Alentejo pode tornar-se o fornecedor de primeiro nível de inputs estratégicos para a agricultura portuguesa e ibérica.
Na prática, o que é que isto pode significar?
• Instalação de indústria produtora de fertilizantes orgânicos e biológicos
• Produção local de sementes certificadas e material vegetal
• Unidades de transformação de resíduos agrícolas em matérias-primas
• Centros de armazenamento e distribuição de inputs agrícolas
• Redução da dependência de importações em contexto de crise global
Esta abordagem transforma o Alto Alentejo num polo de soberania alimentar e industrial, resiliente face a choques externos e capaz de garantir o abastecimento do setor primário nacional mesmo em cenários de perturbação das cadeias globais.
Mas o futuro não são só infraestruturas. É talento.
O nosso Politécnico forma profissionais de excelência, com uma oferta formativa variada em múltiplos setores estratégicos.
• 25 licenciaturas
• 17 mestrados
• 17 Pós-Graduações
• 3 Doutoramentos
Estamos preparados para formar e fixar quadros especializados no território.
Estamos focados em áreas com futuro real: Agroindústria, energias renováveis, turismo sustentável e indústria com valor acrescentado.
Sediado em Campo Maior, em parceria com a NOVA Information Management School (IMS), o Centro de Inteligência Competitiva afirma o território como um polo de inovação onde os dados geram vantagem competitiva e atraem talento altamente qualificado.
O território dispõe de condições naturais excecionais para a produção de energia solar e eólica, tornando-se um hub de energia limpa com capacidade de exportação e de atração de indústria intensiva em energia.
Transformação local de produtos agrícolas regionais – azeite, cortiça, cereais, carnes – em produtos de alto valor, com marca de origem e projeção nos mercados internacionais.
A nossa gastronomia é um património vivo, com sabores autênticos preservados de geração em geração, que definem a riqueza da tradição culinária alentejana.
Somos também um território de cultura e identidade, onde eventos de referência como o Festival Internacional de Música de Marvão e o Festival do Crato atraem milhares de visitantes todos os anos.
Ninguém passa pelo Alto Alentejo sem descobrir as emblemáticas Festas do Povo de Campo Maior, a singular Tapeçaria de Portalegre, ou as imponentes fortificações de Elvas, classificadas como Património Mundial pela UNESCO.
Entre a vastidão da planície e a imponência da serra, afirmamo-nos como um destino único, onde natureza, cultura, tradição e autenticidade fazem do Alto Alentejo uma referência incontornável no panorama turístico nacional.
Senhoras e senhores,
O desenvolvimento já está em marcha. Investimentos com impacto real no território.
Em breve, a Barragem do Pisão será uma realidade – um investimento estruturante que vai transformar a economia local e irá alavancar o Alto Alentejo enquanto polo agrícola mais competitivo e resiliente, sobretudo num contexto de alterações climáticas.
• Área irrigada superior 5.000 hectares;
• Três blocos de rega que irão abranger 4 municipios: Crato, Alter do Chão, Fronteira e Avis.
• A Barragem do Pisão é também a infraestrutura que viabiliza a lógica de Tier 1 agrícola, garantindo água para a produção de matérias orgânicas e inputs para o setor primário, mesmo em cenários de seca prolongada.
O Alto Alentejo não é apenas um território de tradição e agricultura. É um território capaz de gerar empresas tecnológicas de escala global, de atrair investimento de alta intensidade tecnológica e de competir nos mercados internacionais mais exigentes.
No Cluster Aeronáutico de Ponte de Sor será construído o primeiro avião totalmente desenvolvido e fabricado em Portugal. Este projeto representa um marco histórico para a indústria nacional e coloca o Alto Alentejo no mapa da aeronáutica europeia.
É neste cluster que está também situada a Tekever, empresa que alcançou o estatuto de unicórnio, avaliada em mais de 1 bilião de euros.
Esta fabricante de drones atua globalmente e é considerada uma referência europeia em tecnologia não tripulada e vigilância aérea.
Da Delta à Tekever, o padrão é claro: o Alto Alentejo transforma ambição em realidade.
Os casos de sucesso existem.
Portugal não será verdadeiramente global se deixar parte do seu território para trás.
• Com localização,
• Com espaço,
• Com custos competitivos
• Com qualidade de vida
• Com segurança
• Com talento
O Alto Alentejo não está à espera do futuro.
Está a construí-lo.
• Da Delta à Tekever.
• Da Barragem do Pisão ao Cluster Aeronáutico.
• Do Politécnico ao Centro de Inteligência Competitiva.